Levate A Viga.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Simples Assim
Tudo Deveria Ser Simples
Mas não é a simplicidade requer tempo e paciência. Esse futuro ainda não conseguiu nos oferecer esse presente.E quem sou pra falar.Simples.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Freiras Da Lúxuria
Nas escadarias lascivas celestes desbotadas pelo tempo. Homens estão á procura daquilo que somente algumas helenas podem dar. Naquele jardim da perdição onde Eva mordeu a maçã da luxúria infinita. Que danação eterna era ela, Eva, expulsa do paraíso porque comeu o fruto proibido até onde vai conhecimento seu contorno era um monumento ao pecado. Flor de espinho aí da minha mão se tocar fugaz imaginação do pobre rapaz que foge com cheiro de flor na mão cheiro da aurora manhã, da febre vespertina ou da dama da noite.“Senão pagar rasgarei com caco de vidro, maldito seja aquele que usar a pão duragem comigo” Reclamava Tulipa. “Trepa, goza e sai fora” Dizeres os seus impropérios que repetidas vezes, que eu escutava dentro do baixo meretrício. Mas as suas graças lembram ás várias flores desse horto da fornicação Jasmini, Hortência, Magnólia e Rosa. Eva, comandava o burlesco com descompostura. Suas celas, de tamanho suficiente apenas para se deitar, sentar e copular. Insalubres, prósperos e soturnos. Lanterna escarlate de papel pintado. Do fruto proibido ilustrado no corpo da ninfa que alva como uma neve me perdi naquela avalanche virginal de um gozo infinito que hoje sonho , ou da árvore do fruto proibido eu mordi sedento de prazer, meu pecado original foi cometido, direto ao dedo sem unha. Como se combatia um dragão indo a lua que Jorge me perdoe, mas perdi a lança no combate e voltei.
Rezam pra que o cliente seja ligeiro a faça o que tem fazer. Trepar, Gozar e Foder. Essa era a regra naquela perdição. Até quem duvida exagera acha que tudo é permitido, mas a fachada era a mesma triste e decadente, janelas cerradas quem sou eu de liberta tal ninfa como Lucrecia . Fechadas em seus silêncios pareciam
aranhas tecem suas teias pra pegar uma mosca*. Rosa foi a primeira com quem fiz...Fiz uma pequena oração naquele antro da devassidão...Freiras do gozo infinito rezarei por ti todas as noites. Não cessarei de dizeres suas graças em minhas lembranças futuras. Ninfas, adúlteras, lascivas, devedoras, beatas ninfoniacas e cortesãs do proletário, só elas me fazem tirar meus os pés do chão. Por onde minha imaginação andou. Logradouros que fui não hei de esquecer São Paulo, Paraná, Guaicurus e Santos Dumont. Graças que repetidas vezes falei em meus sonhos. Amém.
Serão elas as amazonas que João disse pra mim: ”É o Fim”.Aos berros: ”Minha religião está certa, preservamos a pureza do ser, e assim que deve ser para todo sempre o senhor Jesus Cristo está certo a vir dias duros e haverá dor e ranger de dentes...”.De repente a polícia aparece no recinto pra levar o maluco do João um sopro de lucidez , a loucura todo louco não passa de um dessidente que o homem teve já o dizem que o rapaz é doido. Esse mundo é uma loucura.
_ Que vai ser hoje menino?Disse Neide.
_ Pagar adiantado?João reclamava em tom de clemência.
_ Você acha que a zona é obra de caridade meu filho?
_ Não nunca pensei assim, não dona. _ Só achei quinze reais muito caro, foi só por isso.Então ela tirou a blusa, o sutiã, a abaixou a saia e depois calcinha sem muita cerimônia e disse:
_ Vai ficar aí olhando não tenho tempo a perder , meu!
Peguei a no colo e então tive o prazer de desfrutar o prazer do gozo perdido como nunca havia feito com algumas luxuriosas como aquela bendita Neide. Concentrei em seu cheiro, fiz minhas orações.Parecia que rezava um terço daquele bendito rosário em seu pescoço. Sou seu nosferato um vampiro do meio dia. Meu quarto de hora iam embora sem perceber, minha concentração estava boa. Mas fui de encontro ao seu corpo. Nadava como moleque no ribeirão parecia aquele pivete que aperta a campainha e dispara pela rua a correr, antes que a dona pegue e grite: ”Vem aqui seu atrevido, filho da puta!”. Saiu e não pagou.Mas mesmo assim rezou para que a polícia fosse breve.
sábado, 2 de janeiro de 2010
A Criança
Verbalizar pela vontade de sonhar.Mortal em delírio desejo.Destruir era apenas conseqüência do Destino.Nada um vazio que se compreende pela imensidão.
Dormir é despertar para vontade.Vi que na areia a vários tempos, o vento soprou areia em meus olhos, enfim; dormir , sonhar e despertar.
Despertei para o desejo. Então descobri o fim. Destruiu minhas esperanças eram apenas coisas vãs não tinha utilidade.
Porque nada espero da realidade.Isso que é a realidade, um sonho.Os sonhos são feitos de areia que se soprados voltam ao lugar de onde estavam.
Era uma criança que tinha sonhos, sou um adulto é tenho pesadelos.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Breve
Enquanto dormia não percebia que tempo ia, tendo despertado cedo.Levantou se apressado para tomar banho, vestir a roupa, tomar o café, escovar os dentes e depois cuspir.Já estava pronto, quando tudo aconteceu.Subiu no ônibus passou na mão no bolso.Viu o preço da passagem , que mensalmente equivaleria quase um oitavo de seu salário, não era nada barato bancar aquele brincadeira, vasculhando seus bolsos... ele encontrou diversas coisas menos o dinheiro.Sabendo disso deixou que alguns passageiros passassem a sua frente não era de seu interesse atrapalhar a viagem dos outros.
Ordeiro como pedia o figurino porque não o cidadão devoto a todas instituições estabelecidas. Porque não era isso que pediam, mesmo que, isso não fosse um pré requisito para entrevista de emprego.O Trocador mandou B descer.Ele desceu, esqueceu o dinheiro em casa.Como era de costume, tinha que fazer uma caminhada até emprego.Pensando na desculpa que devia dar.a breve caminhada que durara quase duas horas até seu setor.O patrão sabia muito bem a sua desculpa:"Dormiu Demais, Saiu Pra Gandaia!".Era breve o sonho que B tinha seus sonhos eram feitos por sua imaginação que progedia conforme aquilo que lia como Kafka e Lewis Carrol.Admitiu esse pecado atroz de dormiu mais que o permitido porque o relógio trabalhava contra sempre adiantado.Preferia dormir.Na hora do almoço lá estava B dormindo de novo.Acordou com o seu patrão L dando um berro:"Porra vamo levantar B aqui não lugar pra ...."Encheu o rapaz de elogios um tanto quanto grosseiros.
B trabalhava torneiro mecânico enquanto torneava as peças B , tirava um breve cochilo.Sem perceber que o patrão L estava na tocaia o observando a sua produção.
Durante o turno da tarde depois do almoço.Resolveu cochilar de novo.Mas ele não pensava que estava torneado uma peça que exigia extrema precisão dele, mas ele nem deu a devida importância.Os olhos pingavam de sono., de repente caiu no sono.Ficou devaneando sobre mulheres , bebidas e literatura no seu sonho estava conversando com um sujeito que nunca tinha visto na vida que parou para conversar com ele enquanto conversavam no sonho.B e o outro sujeito discutiam sobre arte , mulheres e bebidas.Então o sujeito que conversava de repente soltou um grito:"Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!".A despertou e descobriu que ainda estava em casa e que tudo lhe havia acontecido era apenas um sonho.Talvez tenha descoberto que era mais desempregado ou mais um no meio de milhares sonâmbulos.
Ordeiro como pedia o figurino porque não o cidadão devoto a todas instituições estabelecidas. Porque não era isso que pediam, mesmo que, isso não fosse um pré requisito para entrevista de emprego.O Trocador mandou B descer.Ele desceu, esqueceu o dinheiro em casa.Como era de costume, tinha que fazer uma caminhada até emprego.Pensando na desculpa que devia dar.a breve caminhada que durara quase duas horas até seu setor.O patrão sabia muito bem a sua desculpa:"Dormiu Demais, Saiu Pra Gandaia!".Era breve o sonho que B tinha seus sonhos eram feitos por sua imaginação que progedia conforme aquilo que lia como Kafka e Lewis Carrol.Admitiu esse pecado atroz de dormiu mais que o permitido porque o relógio trabalhava contra sempre adiantado.Preferia dormir.Na hora do almoço lá estava B dormindo de novo.Acordou com o seu patrão L dando um berro:"Porra vamo levantar B aqui não lugar pra ...."Encheu o rapaz de elogios um tanto quanto grosseiros.
B trabalhava torneiro mecânico enquanto torneava as peças B , tirava um breve cochilo.Sem perceber que o patrão L estava na tocaia o observando a sua produção.
Durante o turno da tarde depois do almoço.Resolveu cochilar de novo.Mas ele não pensava que estava torneado uma peça que exigia extrema precisão dele, mas ele nem deu a devida importância.Os olhos pingavam de sono., de repente caiu no sono.Ficou devaneando sobre mulheres , bebidas e literatura no seu sonho estava conversando com um sujeito que nunca tinha visto na vida que parou para conversar com ele enquanto conversavam no sonho.B e o outro sujeito discutiam sobre arte , mulheres e bebidas.Então o sujeito que conversava de repente soltou um grito:"Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh!".A despertou e descobriu que ainda estava em casa e que tudo lhe havia acontecido era apenas um sonho.Talvez tenha descoberto que era mais desempregado ou mais um no meio de milhares sonâmbulos.
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Um elefante de porcelana

_Elisa ?Indagou a empregada Romilda que do sétimo andar do prédio a Rua X no edifício W viu chegando o caminhão com o novo sofá. _ Seu sofá cinza chegou.O pessoal da transportadora B trouxe numa kombi enorme.
_ Nossa o sofá é grande será que cabe na sala?
_ ... .
Não obteve resposta de Elisa num primeiro momento, fora pega de surpresa.Não esperava que eles fossem tão urgentes assim.
_ Deve caber sim Romilda paguei caro por esse sofá.Mais de meia hora depois Elisa responde quase sem saber pra quem, mais aquilo ficou em sua mente.
_ É importado?Romilda queria saber demais.
_ ...
_Chama o moço pra subir e para de me perguntar essas coisas estúpidas.Perguntas e resposta vão ao menos nem isso, mas que importa se relações são somente coisas formais nas quais pessoas são tratadas como representação cada tem seu valor.Visto de cima pra baixo.
Romilda saiu triste como se fosse tratada como qualquer objecto dentro daquele sala.Mas mesmo assim cumpriu a ordem de Elisa.
_ Pode subir moço . _ Pelo interfone Romilda respondeu o homem . _Sim
_ Tem um problema? Falou o moço.
_ O sofá é enorme.
_ Vou falar com Elisa qual é o seu nome?
_ Claudio.
Elisa já estava pronta com seu talão de cheques para liberar o valor ou quantia certa sobre o móvel.
_ Dona Elisa aconteceu um problema aqui.
_ Então Romilda diga.
_ Bom o sofá é grande não tem como subir no elevador como eles irão fazer?
_ Vai subir pelo elevador.Elisa não queria como é porque.
_ Qual é o seu nome?
_ Claúdio.
_ Minha empregada esqueceu de citar o seu nome.
_ D Elisa acho meio difícil temos que desmontar o sofá pra ele subir no elevador.Pelas escadarias quem sabe?
Muito pensativa Elisa não pensou duas vezes e disse:
_Sobe pela escada então Claúdio.
_ Mas tem um problema vai sair mais caro.
_ Como mais caro .Indagou com veêmencia Elisa seu marido Vitor não estava, saiu pra trabalhar no hospital.Tinha que resolver sozinha o problema.
_ Faz um negócio e consegue trazer desmontado pra mim até aqui.
_ Tá bom, mas vai sair mais caro do valor.Não tem problema.
O salário de Romilda não dava nem pra acompanhar o valor do sofá, que valia uma nota.Muito pensativa enquanto Claúdio e seu auxiliar desmontavam o sofá.Foi arrumando espaço pra colocar o móvel.Romilda era apenas uma peça naquele jogo.
_ Romilda ?perguntou Elisa.
_ Você pode me fazer um favor!Pela primeira vez foi educada no tratamento com Romilda.Isso causou espanto nela.
_Sim senhora.
_ Pode trazer o talão de cheques, Romilda ?
Quando os homens chegaram com o sofá sétimo andar.As escadarias eram estreitas era um dificuldade ir para direita quanto pra esquerda no porteiro fazendo uma cara de bunda pro pessoal pra transportadora nem isso Elisa levava em conta.
O sofá chegou finalmente ao destino.A sala de Elisa que não caberia um elefante de porcelana que ficava na estante de presente da sogra dona Lúcia, uma chata que tinha uma imensa coleção de elefante posto de bunda pra porta como forma de atrair sorte para casa.Mas aconteceu um imprevisto Claúdio e seu ajudante quebraram sem querer o elefante de porcelana.Eles pensaram que estaria fulminado pelo objeto quebrado.Nem Romilda que arrumava a casa dela não tocava no paquiderme ali representado feito de porcelana.
Elisa sorriu e pagou pelo valor do sofá e ainda deu uma gorjeta pra dois.Romilda juntou os cacos daquela decoração antes que Vitor soubesse.Elisa pediu o álcool a Romilda que logo indagou:
_ O que a senhora vai fazer o álcool?
_ ... .Não obteve resposta de Elisa.
Colocou o sofá no meio da sala limpou o chão jogou álcool sobre o móvel e ainda colocou os cacos do elefante de porcelana e pôs fogo. E depois foi ver tv com uma lata de cerveja.
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
O Processo Do Oitavo Dia
Sujeito A que voltava pra casa após um dia de trabalho cansativo sem saber para onde ia até que encontrou seu conhecido B, que estava indo pra casa .Indo para o ponto de ônibus.Virou para o B e disse :
_ Como vai ?indagou o sujeito
_ ... .
Nada respondeu, ele passou como nada estivesse acontecido.Então continou andando para ver aonde seus passos o levavam.Andava errante como se precisasse de um messias, porque precisava mesmo o ponto do seu ônibus Z.Até que pisou no buraco se sujou todo de lama porque já havia chovido muito naquelas horas e infelizmente caiu de cara no chão. Além de sujar todo o terno, continou andando até passou por outro conhecido C lhe disse:
_Oi!?
_ ... .
Parecia que ele estava condenado uma inivisibilidade da qual sua propriedade estava restrita somente a sua pessoa.Continou andando pela cidade para encontrar seu ônibus que havia mudado de ponto.Ninguém o avisou que o intinerário do ônibus do seu bairro havia mudado nem mesmo nos meios de comunicação.
Deslocado e maltrapilho o cachorro ainda o mordeu e rasgou sua calça.Ele presenciou dentro de si mesmo que era o processo do oitavo dia que sua revelação o quanto era tacanho.
_ Como vai ?indagou o sujeito
_ ... .
Nada respondeu, ele passou como nada estivesse acontecido.Então continou andando para ver aonde seus passos o levavam.Andava errante como se precisasse de um messias, porque precisava mesmo o ponto do seu ônibus Z.Até que pisou no buraco se sujou todo de lama porque já havia chovido muito naquelas horas e infelizmente caiu de cara no chão. Além de sujar todo o terno, continou andando até passou por outro conhecido C lhe disse:
_Oi!?
_ ... .
Parecia que ele estava condenado uma inivisibilidade da qual sua propriedade estava restrita somente a sua pessoa.Continou andando pela cidade para encontrar seu ônibus que havia mudado de ponto.Ninguém o avisou que o intinerário do ônibus do seu bairro havia mudado nem mesmo nos meios de comunicação.
Deslocado e maltrapilho o cachorro ainda o mordeu e rasgou sua calça.Ele presenciou dentro de si mesmo que era o processo do oitavo dia que sua revelação o quanto era tacanho.
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